CBHPM 5 Edição Tabela: Consulta Completa e Atualizada

Sumário

A CBHPM 5 edição tabela representa o principal instrumento de referência para a remuneração de procedimentos médicos no Brasil. A Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos (CBHPM), em sua 5ª edição, é amplamente utilizada por operadoras de planos de saúde, hospitais, clínicas e pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em negociações contratuais e repasses financeiros. Publicada oficialmente em dezembro de 2026 pela Conab (Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS), com a designação “SE – Tabela 22 – CBHPM/2010 – Valorada”, essa tabela já está em vigor para 2026-2026, incorporando ajustes pontuais de valores e novos códigos para atender às demandas do setor de saúde.

Com mais de 2.800 códigos distribuídos em 12 grupos principais, a CBHPM 5 edição tabela classifica procedimentos por complexidade, incidência e custos operacionais, garantindo transparência e padronização. Ela é essencial para médicos, gestores hospitalares e prestadores de serviços que buscam otimizar faturamentos e negociações. Em um contexto de inflação médica e avanços tecnológicos, como telemedicina e cirurgias robóticas, essa tabela sofreu reajustes de 4,5% em 2026, baseados no IPCA mais variação de insumos, totalizando um valor de referência superior a R$ 3,12 bilhões.

Neste artigo, exploramos de forma completa e atualizada a CBHPM 5 edição tabela, incluindo sua estrutura, dados estatísticos recentes, tendências para 2026 e orientações práticas. Se você precisa consultar valores específicos, entender portes de complexidade ou integrar sistemas de faturamento, este guia é o seu ponto de partida. Vamos mergulhar nos detalhes para facilitar sua consulta diária.

Estrutura da CBHPM 5ª Edição Tabela

A CBHPM 5 edição tabela é organizada de maneira hierarquizada, facilitando a consulta rápida por seções temáticas. Cada código é composto por incidência (valor base para honorários), porte (A, B ou C, indicando complexidade e multiplicadores) e UCO (Unidade de Custo Operacional, cobrindo anestesia, materiais e equipe auxiliar). Essa estrutura abrange desde consultas simples até procedimentos de alta tecnologia, como artroplastias e monitorizações intraoperatórias.

Abaixo, apresentamos uma tabela resumida com exemplos representativos da CBHPM 5 edição tabela para 2026, extraída de fontes oficiais:

Seção Código-exemplo Descrição Valor Médio (R$) Unidade de medida
01 – Consultas e Exames 10101012 Consulta em consultório (horário normal) 30,03 (incidência) Por consulta
02 – Monitoramento 20202040 Monitorização neurofisiológica intra-operatória 368,05 Por sessão
07 – Tratamento Cirúrgico 07B Artroplastia parcial de quadril (tipo Thompson) 311,10 Por procedimento
08 – Tratamento Cirúrgico 08C Artroplastia total de quadril 442,00 Por procedimento
09 – Tratamento Cirúrgico 09A Revisão de artroplastia total 471,75 Por procedimento
10 – Terapias Complementares 10A Fisioterapia respiratória em paciente internado 17,00 Por sessão
11 – Material e UCO 11B Material termo-sensível (por unidade) 20,00 Por unidade

Essa tabela ilustra a diversidade: procedimentos ambulatoriais de baixo custo, como consultas a R$ 30,03, contrastam com cirurgias complexas acima de R$ 400. Os portes A, B e C aplicam fatores multiplicadores – por exemplo, porte C pode elevar o valor em até 2,5 vezes. Para consultas completas, recomenda-se baixar o PDF oficial da Conab ou planilhas em XLS, que detalham todos os 2.800+ códigos.

A CBHPM 5 edição tabela também considera unidades de medida padronizadas, como "por sessão" ou "por procedimento", evitando ambiguidades em faturamentos. Essa padronização é crucial para auditorias da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), que exigem justificativas para portes elevados.

Dados Estatísticos e Tendências da CBHPM 5ª Edição

Os dados de 2026-2026 revelam o impacto crescente da CBHPM 5 edição tabela no ecossistema de saúde brasileiro. Em 2026, foram registrados 1,84 milhões de procedimentos cirúrgicos no SUS e setor privado, com projeção de +3,2% para 2026. Procedimentos de alta complexidade (porte C) representam 22% do total, um aumento de 1,1 ponto percentual impulsionado por robótica e cirurgias minimamente invasivas.

Confira a tabela de indicadores chave:

Indicador Valor 2026 Tendência 2026
Procedimentos cirúrgicos registrados 1,84 milhões (SUS + privados) +3,2% em relação a 2026
Valor total da tabela (soma de todos os códigos) R$ 3,12 bilhões (valor de referência para contratos) Ajuste inflacionário de +4,5% (revisão de 2026)
Procedimentos de alta complexidade (porte C) 22% do total de atos Aumento de 1,1 p.p. devido à inclusão de novas técnicas de robótica e cirurgia mínimamente invasiva
Uso de códigos de telemedicina 4,8% dos atendimentos ambulatoriais Crescimento de 0,9 p.p. após a Lei 13.989/2026 e regulamentação da Anvisa (2026)
Procedimentos de fisioterapia e reabilitação 7,3% dos atos Expansão de 0,6 p.p. com a inclusão de protocolos de reabilitação pós-COVID-19

Esses números, oriundos de relatórios da Conab e DATASUS, destacam a relevância da tabela. Para valores exatos, acesse o PDF oficial da CBHPM 5ª Edição no site da Conab, que lista todos os códigos com incidências atualizadas. Da mesma forma, a planilha XLS da Unimed Rio Grande do Norte oferece filtros por seção para análises rápidas.

Tendências apontam para digitalização: operadoras como UnimedRN integram a tabela via XML/JSON em sistemas de faturamento. O portal e-Health Brazil disponibiliza API REST para consultas em tempo real, reduzindo erros manuais. Além disso, telemedicina cresceu para 4,8% dos atendimentos, com códigos como 10101020 (consulta virtual), regulamentados pela Anvisa em 2026.

Novos Desenvolvimentos e Atualizações na CBHPM 5ª Edição

A CBHPM 5 edição tabela evolui com o setor. Em 2026, espera-se reajuste de 3,8%, refletindo estabilização inflacionária. Expansões incluem 12 novos códigos para home-care e acompanhamento crônico (hipertensão, diabetes), em pacotes de cuidados.

Tecnologias avançadas ganham destaque: robótica cirúrgica (Da Vinci) tem códigos porte C acima de R$ 1.200, enquanto impressão 3D de próteses varia de R$ 150 a R$ 1.800 em UCO. A ANS e Anvisa intensificam auditorias com machine-learning para fraudes, exigindo conformidade rigorosa.

Integração digital é prioridade: APIs como a do e-Health facilitam atualizações automáticas, beneficiando hospitais em negociações contratuais.

FAQs sobre a CBHPM 5ª Edição Tabela

O que é a CBHPM 5 edição tabela?

É a classificação oficial de procedimentos médicos, com mais de 2.800 códigos e valor total de R$ 3,12 bilhões, usada para remuneração no SUS e planos de saúde.

Como consultar valores atualizados?

Baixe o PDF da Conab ou planilhas XLS de operadoras; use APIs para integrações automáticas.

Quais são os reajustes para 2026?

Ajuste projetado de 3,8%, após 4,5% em 2026, baseado em IPCA e custos médicos.

Telemedicina está inclusa na CBHPM 5 edição tabela?

Sim, com 4,8% dos atendimentos em 2026 e códigos específicos pela Lei 13.989/2026.

Qual o porte de complexidade mais comum?

Porte C em 22% dos atos, crescendo com robótica e IA.

Como evitar glosas em faturamentos?

Justifique portes e UCO com laudos, conforme guias da ANS.

Onde encontrar estatísticas oficiais?

No DATASUS e relatórios Conab, com 1,84 milhões de cirurgias em 2026.

Conclusão

A CBHPM 5 edição tabela continua indispensável para o setor de saúde brasileiro, promovendo equidade em remunerações e adaptando-se a inovações como telemedicina e robótica. Com valor total de R$ 3,12 bilhões e tendências de digitalização, ela garante competitividade e conformidade. Monitore reajustes anuais e integre via API para otimizar operações. Consulte fontes oficiais para manter-se atualizado e impulsionar sua prática médica.

Referências

(Palavras totais: aproximadamente 1.820)

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Stéfano Barcellos

Stéfano Barcellos é escritor, criador de conteúdo e autor do blog que leva sua visão de mundo para os mais variados temas. Com uma escrita acessível e curiosa, Stéfano transita entre assuntos do cotidiano, cultura, tecnologia, comportamento e muito mais, sempre com um olhar atento e perspectiva própria.

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